Thiago Braz consegue feito e é ouro no salto com vara com recorde olímpico

O brasileiro Thiago Braz conseguiu um feito histórico ao ganhar a medalha de ouro no salto com vara nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Para isso, ele bateu na final desta segunda-feira (15) o campeão olímpico de Londres-2012 e recordista mundial, o francês Renaud Lavillenie. Na prova, melhorou em 11 centímetros a melhor marca de sua vida e quebrou o recorde olímpico, com 6,03 m.
Foi a primeira medalha olímpica do Brasil no atletismo desde Pequim-2008, quando Maurren Maggi ganhou o ouro no salto em distância. É também o quinto ouro brasileiro na modalidade, sendo os anteriores de Maggi, Adhemar Ferreira da Silva (salto triplo em 1952 e 1956) e Joaquim Cruz (800m em 1984).
Thiago Braz é atleta da elite do salto com vara, mas estava longe de figurar entre os favoritos. Ele garantiu medalha e fez melhor: arriscou algo inédito na sua carreira - o salto de 6,03 m. Thiago, que já tinha medalha assegurada, arriscou bater o campeão e recordista francês para brigar pelo ouro. O público do Engenhão presenciou, então, o maior feito de um esportista brasileiro até agora na Olimpíada.
Pena que o estádio já estava quase vazio para sua prova. A chuva forte ainda atrapalhou as competições e, para piorar, houve problemas no elevador do equipamento do salto com vara, que fizeram a competição se alongar.
O que parecia ser um cenário de desânimo se transformou quando parou a chuva. Thiago Braz, que não tivera tempo de saltar com o forte temporal, deixou para começar suas tentativas a partir de 5,65 m. Era a mesma marca escolhida pelo francês Lavillenie.
O brasileiro superou a marca com facilidade e, apesar de uma falha, também passou pelos 5,75 m. A partir daí, a disputa ficou entre cinco atletas e a medalha ganhava contornos de realidade.
Thiago Braz ultrapassou os 5,85 m na primeira tentativa. Com as falhas do polonês Piotr Lisek e do tcheco Jan Kudlicka, só sobraram três na competição: ele, o favorito Lavillenie e o americano Sam Kendricks. O pódio agora era garantido: só faltava saber a cor da medalha.
A pequena torcida, nesse momento, já estava enlouquecida. Empurrado por ela, Thiago superou os 5,93 m em sua segunda tentativa. Já era o melhor salto em estádio aberto (algumas competições são disputadas em locais fechados) da sua vida: o anterior foi em Baku (Azerbaijão), quando atingiu 5,92 m, em 2015. O americano falhou, e a prata estava assegurada - até aquele momento - no peito do brasileiro.
A disputa, então, era com o francês. E Lavillenie seguia o roteiro dos favoritos: saltou os 5,98 m. A torcida brasileira vaiava cada tentativa do rival. O locutor tentava contê-los com pedidos de silêncio. Os franceses, em grande número, já comemoravam seu provável campeão.
O inesperado, o incrível aconteceu. Thiago Braz correu para saltar sobre uma barreira de 6,03 m, algo que ele nunca havia sequer tentado, e venceu. Os franceses botaram as mãos na cabeça em descrédito, os brasileiros explodiram. Era o recorde olímpico. Lavillenie ainda teve mais um salto, tentando 6,08 m, e falhou.
Thiago, que lutou contra uma lesão antes da Olimpíada e entrou como a terceira melhor marca do ano na final, era campeão olímpico. Uma dessas histórias para botar em moldura de ouro no museu da história dos Jogos.
 O que parecia ser um cenário de desânimo se transformou quando parou a chuva. Thiago Braz, que não tivera tempo de saltar com o forte temporal, deixou para começar suas tentativas a partir de 5,65 m. Era a mesma marca escolhida pelo francês Lavillenie.
O brasileiro superou a marca com facilidade e, apesar de uma falha, também passou pelos 5,75 m. A partir daí, a disputa ficou entre cinco atletas e a medalha ganhava contornos de realidade.
Thiago Braz ultrapassou os 5,85 m na primeira tentativa. Com as falhas do polonês Piotr Lisek e do tcheco Jan Kudlicka, só sobraram três na competição: ele, o favorito Lavillenie e o americano Sam Kendricks. O pódio agora era garantido: só faltava saber a cor da medalha.
A pequena torcida, nesse momento, já estava enlouquecida. Empurrado por ela, Thiago superou os 5,93 m em sua segunda tentativa. Já era o melhor salto em estádio aberto (algumas competições são disputadas em locais fechados) da sua vida: o anterior foi em Baku (Azerbaijão), quando atingiu 5,92 m, em 2015. O americano falhou, e a prata estava assegurada - até aquele momento - no peito do brasileiro.
A disputa, então, era com o francês. E Lavillenie seguia o roteiro dos favoritos: saltou os 5,98 m. A torcida brasileira vaiava cada tentativa do rival. O locutor tentava contê-los com pedidos de silêncio. Os franceses, em grande número, já comemoravam seu provável campeão.
O inesperado, o incrível aconteceu. Thiago Braz correu para saltar sobre uma barreira de 6,03 m, algo que ele nunca havia sequer tentado, e venceu. Os franceses botaram as mãos na cabeça em descrédito, os brasileiros explodiram. Era o recorde olímpico. Lavillenie ainda teve mais um salto, tentando 6,08 m, e falhou.
Thiago, que lutou contra uma lesão antes da Olimpíada e entrou como a terceira melhor marca do ano na final, era campeão olímpico. Uma dessas histórias para botar em moldura de ouro no museu da história dos Jogos.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
imagem-logo
© Guerreiros do Asfalto DF - 2012 - Todos os direitos reservados.
Tecnologia do Blogger.
imagem-logo