Lacen ampliará o monitoramento de antibióticos da rede pública do DF

Projeto de pesquisa realizado em colaboração com a Fepecs possibilitará a implementação do ensaio de potência de antibióticos no laboratório
O Laboratório Central de Saúde Pública do Distrito Federal (Lacen-DF) ampliará a análise de potência de medicamentos antibióticos utilizados na rede pública de saúde do DF. Financiado com recursos da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs/SES-DF), o projeto de pesquisa terá duração de dois anos, podendo ser prorrogado por mais 12 meses.
"Essa análise nos permite confirmar se os antibióticos adquiridos pela Secretaria de Saúde possuem, de fato, a composição química e a quantidade declarada pelo fabricante na bula. Isso é muito importante para garantir a segurança do paciente e a eficácia do tratamento", destacou o diretor do Lacen, Eduado Filizzola.
As análises ficarão a cargo da Gerência de Medicamentos e Toxicologia (GMT) e consistem na realização de ensaios de controle de qualidade de medicamentos antimicrobianos, como amoxicilina e cefalexina, que serão coletados pela Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde e enviados ao laboratório.
"A realização destes ensaios de potência de antibióticos possibilitarão implementar uma nova metodologia de análise no laboratório inserindo-a na nossa rotina, além de permitir verificar se os medicamentos antibióticos entregues à população têm a qualidade esperada", reforçou a chefe do Núcleo de Medicamentos e Cosméticos (NMC/GMT/Lacen-DF), Polyana Araújo.
FUNCIONAMENTO - A Gerência de Medicamentos e Toxicologia (GMT/Lacen-DF), possui três núcleos: Medicamentos e Cosméticos, Núcleo de Saneantes e Produtos para a Saúde e Núcleo de Toxicologia. Os dois primeiros realizam ações de controle de qualidade físico-químico e microbiológico de medicamentos, cosméticos, saneantes e produtos para a saúde.
 Já o Núcleo de Toxicologia realiza o monitoramento terapêutico de medicamentos relacionados à saúde mental, transplantes e oncologia em pacientes em uso de fenitoína, carbamazepina, ácido valpróico, fenobarbital, lítio, metotrexato, tacrolimus, ciclosporina e sirolimus, além do monitoramento da saúde do trabalhador pela dosagem da enzima colinesterase plasmática em trabalhadores expostos a inseticidas organofosforados e carbamatos.


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