Rollemberg, via BRB, apoia projeto de excluiu minorias em Brasília

Empresários de Brasília, beneficiados pelo governo de Rollemberg, criam a "Praia de Brasília", com muita publicidade e patrocínio do BRB. 
O problema é que o local é uma área pública. Deveria ter acesso gratuito e só poderia ser feito com uma "licitação", conforme prevê a Lei 8.666. Mas, foi articulado por um grupo de produtores culturais, que se beneficiaram de uma área nobre de Brasília, do mesmo jeito que há anos o Lago Paranoá é usufruído por poucos.
Agora, atrás da Concha Acústica, o projeto "Na Praia - a Praia de Brasilia", cobra R$ 50,00 (com consumação - o mínimo) para o morador de Brasília visitar tal ação. Cadê a transparência? Quando foi gasto com recursos públicos nisso? Se é um local público, apropriado por empresários "exclusivos" do grupo de Rollemberg, porque uso de dinheiro público?
"A grande magia da Praia está na mistura", conta o carioca Bruno Bonetti, que afirma sua preocupação com o projeto "Na Praia", que gerou grande exclusão social em Brasília, com recursos do Banco Regional de Brasília - BRB e valorizando o site GPS, de Guilherme Siqueira e Paula Santana.
Veja o vídeo do ex chefe de gabinete da deputada Eliana Pedrosa, que é um grande nome no cenário político brasiliense e abre o olho do povo em relação ao local:A praia de Brasília não aceita pobre.
 Não aceita minorias. Exclui diretamente os moradores das cidades mais pobres do DF e foi feita, com o dinheiro do povo, do BRB, do Banco de Brasília, com espaço do povo - Lago Paranoá - para uso exclusivamente das elites de Brasília.
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 https://www.youtube.com/watch?v=smbEyZrFnJg&feature=youtu.be

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