Cuidados necessários ao comprar moto usada

Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do DF afirma que o porte físico e grau de experiência do piloto também fazem a diferença na hora de escolher a motocicleta
Brasília, 21 de maio de 2015 – Brasília também possui um mercado aquecido no segmento de motos usadas. No entanto, para fazer a melhor escolha é preciso prestar atenção em alguns aspectos. Comprar em uma concessionária pode ser a opção mais segura, pois o cliente terá garantia e saberá a procedência do produto.
De acordo com Alessandro Soldi, vice-presidente do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos Autorizados do Distrito Federal (Sincodiv/DF), os mesmos cuidados ao comprar um automóvel devem ser levados em consideração na hora de adquirir uma motocicleta. “Escolher bem o modelo e submetê-lo à opinião de um mecânico de confiança são cuidados básicos para evitar dores de cabeça em qualquer veículo motorizado”, diz Soldi.
No entanto, existem diferenças. O porte físico e a experiência na pilotagem são variáveis importantes. Ficar atento quanto à qualidade do motor, dos pneus e rodas, suspensão, freios e da parte elétrica também oferece a possibilidade do piloto fazer bom uso da moto.
É essencial verificar o estado do filtro de ar, das velas, a marcha lenta e o líquido do radiador. Observar vibrações, vazamentos, fumaça, nível do estado de óleo e a caixa de marchas são outro procedimento fácil de ser executado.
Suspensão muito macia é sinal de amortecedor ineficiente ou falta de óleo. É necessário, ainda, atentar-se para a folga na balança traseira, alinhamento e garfo arranhado.
As motos também possuem sistemas que permitem a regulagem das suspensões de forma prática e simples. O próprio piloto é capaz de fazer essa calibragem. Entretanto, indica-se que a troca do óleo, das molas e das válvulas internas dos amortecedores seja realizada por um especialista.
À primeira vista, na hora da compra, para conferir se há alguma irregularidade na parte elétrica da motocicleta basta checar a bateria, o motor de arranque e fios descascados ou emendados.
Perceber o banco da moto afundado, a pintura gasta e a quilometragem oferecem informações úteis sobre a utilização da motocicleta. Por último, é imprescindível entrar em contato com os departamentos de trânsito federal, estadual e municipal para ter a certeza de que a moto esteja com a documentação regularizada. “O cliente precisa eliminar todas as possibilidades. É importante verificar multas e certificar-se de que a moto não foi roubada. São procedimentos fundamentais que, muitas vezes, o consumidor não realiza”, afirma o vice-presidente do Sincodiv-DF. 
Sobre o SINCODIV-DF - Filiado à Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do DF (SINCODIV-DF) conta com 60 associados totalizando 136 concessionárias. A entidade é responsável pela pesquisa mensal sobre emplacamentos de veículos no DF.
Proativa Comunicação


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